Palavras de quem encontrou um lar de verdade
Reunimos aqui alguns relatos de famílias e residentes. Cada história é diferente — o que une todas elas é a sensação de pertencimento.
Voltar ao inícioHistórias reais de bem-estar
Teresa Carvalho
Filha de residente — Santos, SP
Minha mãe estava resistente a sair de casa, e eu entendia. Depois de visitar o Aconchego Real, ela mesma foi quem disse que queria ficar. É um lugar que parece casa de fato — cheiro de comida, pessoal simpático, gente conversando na sala. Fica a dez minutos de mim, então vou quase todo dia.
Maio de 2025
Roberto Mendes
Residente — Santos, SP
Vim depois que fiquei viúvo e a casa grande ficou pesada demais. Aqui tenho o meu quarto, a minha privacidade, mas não fico sozinho. O João me chamou pelo nome logo no primeiro dia. A comida da Regina é melhor do que a minha. Aos sábados tem violão — não esperava isso.
Abril de 2025
Luísa Pinheiro
Filha de residente — Guarujá, SP
O que me conquistou foi a transparência. Ligam quando muda alguma coisa, respondem rápido, nunca deram uma resposta vaga. Meu pai está na suíte maior e nós visitamos todo fim de semana. Tem espaço para todo mundo sentar, tomar café junto. Não parece visita — parece encontro de família.
Maio de 2025
Norma Bastos
Residente — Santos, SP
Tenho 79 anos e nunca me imaginei morando num lugar assim. Mas aqui não parece "assim" — parece a minha casa. Tenho minhas coisas no quarto, meu horário de dormir, a minha independência. E quando quero companhia, desço para a sala. Funciona muito bem pra mim.
Março de 2025
Carlos Rodrigues
Filho de residente — Santos, SP
Fui indicado por uma amiga cujo pai morou aqui. Fiz a visita sem expectativa alta — e saí impressionado. O preço é justo para o que oferecem, a equipe conhece cada residente de verdade, e minha mãe gosta muito das tardes de chá. Ela nunca foi muito de sair de casa, e aqui ela se abriu.
Abril de 2025
Aparecida Gonçalves
Residente — Santos, SP
A comida aqui me lembrou a cozinha da minha mãe. Isso pode parecer exagero, mas não é. Tem gosto de feito com cuidado. Gosto também de ter um horário certo pra tudo — me ajuda a me sentir bem. A única coisa que poderia melhorar é ter mais variedade de livros na estante da sala.
Fevereiro de 2025
Como tem sido a jornada de quem chegou aqui
O desafio
Dona Zilda, 83 anos, vivia sozinha após o falecimento do marido. Os filhos, moradores de Santos, estavam preocupados mas ela rejeitava a ideia de sair de casa. A solidão estava pesando.
A chegada
Depois de uma visita em que ela mesma escolheu o quarto e ajudou a decidir onde colocar as fotos da família, Dona Zilda passou a se referir ao Aconchego Real como "a minha casa nova".
Hoje
Está no Aconchego Real há dois anos. Participa das tardes de artesanato, tem amigas entre as outras residentes, e recebe filhos e netos toda semana. "Nunca pensei que ia gostar tanto", ela disse.
O desafio
Seu Antônio, 78 anos, se recuperando de uma cirurgia, precisava de um lugar com estrutura e companhia enquanto a filha, que morava em São Paulo, organizava a vida para cuidar dele.
A chegada
Ficou na Suíte Solar da Família por três meses, com visitas frequentes da filha que ficava no quarto ao lado nos fins de semana. A equipe cuidou da rotina alimentar e do conforto diário.
Hoje
Acabou ficando. A filha se mudou para Santos, e Seu Antônio continua na residência por escolha própria. "Aqui eu me sinto bem, tenho companhia e não dou trabalho pra ninguém", ele explica.
O que a experiência de 12 anos nos deu
4.8
avaliação média
60+
famílias atendidas
12
anos em Santos
92%
indicariam a outros
Gostaria de conversar com alguém da equipe?
Venha escrever a sua própria história aqui
Uma visita sem compromisso é o melhor começo. Trazemos um café, mostramos os espaços e respondemos tudo com calma.
Agendar uma Visita